• Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
SUBSCRIBE
No Result
View All Result
Pauta Viva
No Result
View All Result

Home - Brasil

O brasileiro não parou de comer carne, só aprendeu a escolher melhor

Editor by Editor
09 fev 2026
in Brasil
carne
Share on Facebook
Share on Twitter

Durante décadas, o consumo de proteína animal no Brasil foi marcado pelo volume. Hoje, o movimento começa a mudar. Com a popularização de medicamentos para controle do peso e maior atenção à saúde, o brasileiro não deixou de consumir carne — passou a escolher com mais critério, menos impulso e maior planejamento.

Dados recentes da NielsenIQ indicam que o chamado efeito Ozempic não provoca uma retração generalizada no consumo de proteínas, mas uma reorganização: compras menores, maior diversidade de cortes e busca por opções que permitam preparo doméstico mais controlado. O impacto já é sentido no varejo alimentar, que começa a rever estratégias antes baseadas apenas em preço e quantidade.
 

Leia também

Cerca de 50% das cidades brasileiras enfrentam risco de Aedes aegypti

Douglas Ruas é eleito governador do Rio após anulação de votos

Ameaças contra Ana Elisa: jovem deputada denuncia abusos

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo per capita de carne de frango deve se manter entre 46 kg e 48 kg por habitante/ano em 2025, confirmando que a proteína segue como base da dieta nacional. O que muda é o comportamento em torno dela.
 

“Não estamos diante de um consumidor que abandonou a carne, mas de alguém que pensa mais antes de comprar”, afirma Nelson Ferreira, CEO e fundador da Frigo Express.
 

“O volume pode até ser menor por compra, mas a recorrência continua alta. O cliente quer variedade, quer aprender novos preparos e quer encaixar a proteína na rotina sem excessos.”
 

O fim do consumo automático

Relatórios recentes sobre comportamento alimentar mostram que o consumo por impulso vem perdendo espaço. De acordo com o levantamento ‘Efeito Ozempic no Consumo’, da NielsenIQ, cresce o interesse por produtos que ofereçam flexibilidade de preparo, controle de porções e aproveitamento ao longo da semana — uma mudança que favorece açougues e redes especializadas.
 

Na prática, isso exige um varejo mais atento. Cortes alternativos, sugestões de preparo e comunicação educativa passam a ser tão relevantes quanto o preço final. “A lógica do ‘leva mais porque está barato’ está dando lugar a uma escolha mais racional. Quando o consumidor entende como usar o produto, ele volta. E volta mais vezes”, observa Ferreira.
 

Ajustes de rota no varejo de proteínas

A Frigo Express reorganizou suas estratégias promocionais e de comunicação. A rede ampliou o número de proteínas em oferta simultânea e passou a destacar diferentes possibilidades de preparo, incentivando o consumidor a diversificar o cardápio e explorar novos cortes.
 

Além disso, a empresa incorporou essas mudanças ao planejamento de marketing para 2026, com foco em comunicação mais clara sobre alternativas de carnes, receitas para o dia a dia e treinamento das equipes de loja.
 

“Hoje, vender proteína é também orientar. O time precisa estar preparado para ajudar o cliente a decidir, não apenas a comprar. Isso aumenta a confiança, melhora a experiência e sustenta o giro”, diz o CEO.

Apesar das mudanças comportamentais, o mercado de proteínas permanece sólido. De acordo com projeções da ABPA, a produção nacional de carne de frango deve alcançar cerca de 15,5 milhões de toneladas em 2025, garantindo oferta ampla e estabilidade para o varejo.
 

Modelos que combinam operação enxuta, variedade de portfólio e leitura fina do consumidor tendem a ganhar vantagem competitiva.
 

“O consumo está mais consciente, mas a demanda continua lá. Quem entender essa transição não vai perder mercado, vai ganhar relevância.”, conclui Ferreira.
 

Com um consumidor mais atento à saúde e menos disposto ao excesso, o varejo de proteínas entra em uma nova fase. E, ao que tudo indica, escolher bem passou a valer mais do que comer muito.

Posts relacionados

Logo Agência Brasil

Cerca de 50% das cidades brasileiras enfrentam risco de Aedes aegypti

by Editor
08 out 2026

A situação alarmante referente à infestação do mosquito Aedes aegypti pode ser observada em dados recentes, que indicam que quase...

Logo Agência Brasil

Douglas Ruas é eleito governador do Rio após anulação de votos

by Editor
08 out 2026

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resultou na anulação dos votos do candidato Anthony Garotinho (Republicanos), permitindo que Douglas...

Logo Agência Brasil

Ameaças contra Ana Elisa: jovem deputada denuncia abusos

by Editor
08 out 2026

Conseqüências alarmantes marcaram a campanha da jovem Ana Elisa Santos Silva (PT), deputada federal eleita de Minas Gerais, que, aos...

Logo Agência Brasil

Após tratamento de câncer, sobreviventes enfrentam desafios emocionais

by Editor
08 out 2026

As campanhas do Outubro Rosa conferem destaque ao combate, diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Entretanto, um aspecto frequentemente...

Next Post
Tratores

Tratores elevam a eficiência no manejo da avicultura

Relacionados

Logo Agência Brasil

Douglas Ruas é eleito governador do Rio após anulação de votos

outubro 8, 2026
Corinthians

Empresa de IA confirma parceria com Corinthians até o fim de 2026

outubro 8, 2026
Logo Agência Brasil

Ameaças contra Ana Elisa: jovem deputada denuncia abusos

outubro 8, 2026

Categoria

  • Automóvel
  • Brasil
  • Culinária
  • Cultura
  • Empregos
  • Esportes
  • Finanças
  • Horóscopo
  • Outros
  • Uncategorized
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.