A CBF está na reta final da implementação do sistema de impedimento semiautomático no Brasileirão. A meta é que, já no retorno após a Copa do Mundo, os 19 estádios da Série A estejam equipados com a tecnologia, com todos os custos pagos pela entidade. A novidade, porém, vem acompanhada de uma exigência: partidas da competição só poderão ser realizadas em estádios que tiverem o mecanismo instalado. A medida afeta diretamente São Paulo e Palmeiras, que frequentemente precisam mandar seus jogos longe de casa por causa de shows em seus estádios.
São Paulo limitado no Brasileirão
Sem o Morumbis em várias ocasiões, o Tricolor já utilizou o Brinco de Ouro, em Campinas, e o Cícero de Sousa Marques, em Bragança Paulista. A CBF custeou a instalação no estádio do Red Bull Bragantino, mas o do Guarani ficou de fora do investimento. Com isso, Bragança Paulista tende a se consolidar como a segunda casa do São Paulo — o primeiro jogo pós-Copa, contra o Athletico-PR, já foi marcado para lá.
Palmeiras assume a conta
O Palmeiras também lida com a indisponibilidade do Nubank Parque durante shows. A alternativa é a Arena Barueri, e a diretoria alviverde já avisou à CBF que pagará do próprio bolso a instalação do sistema na arena administrada pela Crefisa, empresa da presidente Leila Pereira. Assim, o Verdão garante um estádio apto sempre que precisar deixar o Allianz Parque.







