Com o intuito de facilitar a localização de pessoas desaparecidas, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com institutos de perícia de vários estados, lançou nesta segunda-feira (24) a quarta edição da Mobilização Nacional para Coleta de DNA de Familiares.
A iniciativa tem como objetivo encorajar aqueles que têm parentes desaparecidos a fornecerem amostras de DNA, essenciais para a identificação e o rastreamento de pessoas que estão sumidas. Aqueles que já participaram de ações anteriores não precisam repetir a doação.
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A campanha se estenderá até sexta-feira (28), com a participação em 342 postos de coleta espalhados por todas as unidades federativas, incluindo o Palácio da Justiça em Brasília (DF).
É importante lembrar que as doações podem ser realizadas a qualquer tempo em laboratórios ou institutos de perícia que estejam habilitados, sem restrições quanto ao período de desaparecimento da pessoa.
Os que desejam participar devem visitar um dos pontos de coleta levando um documento de identificação e, se possível, uma cópia do Boletim de Ocorrência do desaparecimento ou informações relevantes, como o número de registro e a delegacia responsável.
Quem pode fazer a doação?
O Ministério da Justiça e Segurança Pública aconselha que a doação de DNA seja feita preferencialmente por familiares diretos da pessoa desaparecida, em ordem de prioridade: pais, filhos e, se aplicável, irmãos biológicos.
Crianças também estão autorizadas a realizar a doação, desde que acompanhadas por um responsável legal. A coleta de amostras pode ocorrer em qualquer ponto de coleta, independentemente da localização do desaparecimento.
O procedimento de coleta é simples e pode ser feito de duas formas: utilizando um cotonete dentro da boca ou retirando uma gota de sangue do dedo do doador.
O material genético coletado será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas. O DNA dos familiares será comparado ao de indivíduos não identificados (vivos ou falecidos) registrados nos bancos de DNA. Caso o parentesco seja confirmado, peritos elaborarão um laudo oficial que será enviado à delegacia encarregada do caso, que entrará em contato com a família.
Fonte: Agência Brasil/EBC








