O exato desdobramento da audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (8) resultou em Vinícius Costa Silva, policial militar acusado da morte de sua esposa, permanecendo detido. A tragédia ocorreu em Embu das Artes, na Grande São Paulo.
Silva foi preso na manhã de domingo (7), durante o velório de Larissa Cruz Morata, de 29 anos. A mulher foi encontrada em casa, com ferimento à bala na cabeça, no que a investigação preliminar classifica como “morte suspeita”. O casal tinha um filho pequeno.
Verificação de alegações
O suspeito alegou que Larissa desmaiou no cômodo e atribuiu a sua morte a um suposto suicídio motivado por sua intenção de terminar o relacionamento. Contudo, a versão apresentada por ele foi recebida com ceticismo pelas autoridades e pela família da vítima.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a prisão foi ordenada após coletar evidências que indicam indícios de crime, levando a uma investigação mais aprofundada do caso.
Posição da família da vítima
A família de Larissa refuta a ideia de que ela pudesse ter tirado a própria vida. Edson Morata, seu pai, revelou à TV Brasil que a relação entre Larissa e Silva era tumultuada, e que ela tinha a intenção de se separar. Ele comentou: ‘Ela estava em contato com minha mãe minutos antes de falecer, dizendo que precisava terminar com ele. O filho era sua prioridade, e ela era uma mãe dedicada.’
Atualmente, Vinícius está preso no Presídio Militar Romão Gomes, localizado na zona norte de São Paulo.
Fonte: Agência Brasil/EBC







