A janela de transferências do Brasil se encerra nesta sexta-feira (11), e o Palmeiras não deve trazer novos jogadores. A diretoria do Palmeiras acredita que o elenco está fechado e não há necessidade de ir ao mercado por mais reforços. A estratégia consiste em manter o elenco atual e utilizar jogadores jovens da base para cobrir possíveis faltas.
A única saída relevante foi a de Allan, vendido ao Manchester City. Mesmo assim, o clube considera que perdeu um titular, mas não uma peça insubstituível. A comissão técnica confia nas opções internas e não vê urgência em contratar.
Contas equilibradas após venda
O déficit de R$ 170 milhões acima do orçamento, acumulado até agosto, foi resolvido com a negociação de Allan. Com o dinheiro da venda, o Palmeiras voltou ao azul e afastou a necessidade de novas vendas ou contratações para equilibrar as finanças.
Esse alívio permite que a diretoria foque exclusivamente no desempenho esportivo, sem pressões financeiras para negociar atletas ou buscar reforços de última hora.
Cobrança e confiança no grupo
Após a queda de rendimento no Brasileirão, quando perdeu a liderança, a cúpula alviverde chamou o elenco para uma conversa franca. Os jogadores foram cobrados pelas atuações irregulares, mas também receberam um voto de confiança da presidente Leila Pereira e da diretoria de futebol.
O entendimento é de que o grupo tem qualidade suficiente para reagir e voltar a brigar pelo título.
Dois desafios imediatos
O Palmeiras tem dois compromissos decisivos pela frente. No sábado, encara o São Paulo no Nubank Parque, pela 27ª rodada do Brasileirão, com o objetivo de retomar a liderança. Na quarta-feira, decide a vaga às semifinais da Libertadores contra a LDU, em Quito, na altitude de 2.850 metros.
A diretoria aposta que o elenco atual, com apoio da base, tem condições de manter o clube vivo em todas as competições até o fim da temporada.








