Nataly Saldanha, residente do Rio de Janeiro, tornou-se um exemplo notável de cuidados gestacionais exemplares, tendo participado de todas as consultas e exames em sua unidade de saúde local. Com 39 semanas de gestação, ela aguarda ansiosamente a chegada de Noely e exibe com orgulho sua carteira de vacinação atualizada.
“Minha rotina sempre incluiu a vacinação, e assim que comecei o pré-natal, organizei todas as minhas vacinas. Estou imune contra doenças circulantes, o que me deixa mais tranquila em relação à saúde da minha bebê. Quero que ela nasça saudável”, comenta Nataly.
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Raissa Silva de Oliveira, também esperando um filho, compartilha preocupações semelhantes.
“Acredito na ciência e sempre me vacinei. Meu médico solicitou que eu mostrasse minha carteirinha de vacinas e informasse sobre as vacinas a serem aplicadas”, relata.
Contudo, a realidade não é a mesma para todas as grávidas. Dados do Ministério da Saúde mostram uma baixa taxa de vacinação. Em 2025, apenas 55% das gestantes se imunizaram contra a covid-19, enquanto 63% foram vacinadas contra a gripe. Os primeiros dados de 2026 mostram melhorias, com 76% das gestantes recebendo a vacina da gripe, mantendo a imunização contra a covid-19 em apenas 55%. A meta ideal é de 90% de cobertura.







