A paralisia nas operações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), iniciada à meia-noite de terça-feira (4), afeta diretamente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. A greve impacta cerca de um milhão de passageiros, obrigando a usuários a buscar alternativas para se locomover.
Atualmente, a linha 11-Coral está em operação entre Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. A linha 12-Safira opera restringida entre Brás e Engenheiro Goulart, enquanto a 13-Jade permanece completamente paralisada.
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Um mandado judicial determina que os colaboradores mantenham 80% das operações, no entanto, essa condição não está sendo atendida. Em resposta, a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos e ativou o Plano de Apoio entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese), aumentando a circulação de ônibus nas áreas afetadas.
Além disso, o Metrô de São Paulo reforçou a operação em suas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata para atender à demanda. Em estação ativas, os passageiros enfrentam grande lotação.
De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), ao redor das 7h50, 412 quilômetros de congestionamento eram registrados em toda a cidade.
Reivindicações dos Trabalhadores
Os funcionários da CPTM clamam por uma reavaliação do processo de privatização das linhas, que foi finalizado em julho, mas teve sua implementação interrompida após um incêndio que afetou a empresa Trívia, responsável pela concessão.
Entre as principais reivindicações estão a segurança de empregos para 4 mil trabalhadores e a revogação da privatização, que consideram obscura e prejudicial tanto para os cidadãos paulistas quanto para a classe trabalhadora.
Fonte: Agência Brasil/EBC








