As declarações de Flávio Bolsonaro, senador e candidato à presidência pelo PL, evidenciam uma severa determinação em enfrentar o crime organizado no Brasil. Juntamente com o deputado estadual Douglas Ruas, vencedor da última eleição para o governo do Rio de Janeiro, ele afirmou estar pronto para “declarar guerra” contra grupos criminosos como o Comando Vermelho e o PCC.
“Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo o Brasil”.
Reação à atual política de subsídios
No evento, Flávio se posicionou criticamente em relação às políticas de subsídios ao diesel, que estão elevando os preços devido à situação geopolítica no Irã. Ele destacou que a retirada desses incentivos resultaria em um aumento dos preços logo após as eleições. O governo, no entanto, prorrogou os incentivos por mais 30 dias, criando um cenário de incerteza.
Além disso, ele desmentiu rumores sobre uma possível privatização da Petrobras, chamando tais informações de “boatos” infundados.
O candidato, que recebeu recentemente o apoio de Augusto Cury, enfatizou a importância de firmar alianças com diferentes partidos para fortalecer sua candidatura.
Compromissos sociais
Flávio destacou sua intenção de manter e expandir programas sociais que atendam a população mais carente, combatendo boatos que afirmam o contrário. “Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, afirmou.
A proposta inclui melhorias significativas nos programas sociais já existentes, com foco em capacitação e inclusão, que, segundo ele, virão a ser “o maior programa de mobilidade social que este Brasil já viu”.
Além disso, ele propôs a implementação de melhorias no programa Farmácia Popular, que incluirá a entrega de medicamentos em domicílio e notificações via celular sobre horários de medicação.
Flávio prometeu também fomentar o empreendedorismo entre mulheres, oferecendo financiamentos com juros baixos e reduzindo a carga tributária, afirmando que a economia de seu eventual governo será baseada em produtividade.
Fonte: Agência Brasil/EBC








