• Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
SUBSCRIBE
No Result
View All Result
Pauta Viva
No Result
View All Result

Home - Brasil

Orientações sobre Prova de União Estável Não Formalizada

Editor by Editor
12 out 2026
in Brasil
Logo Agência Brasil
Share on Facebook
Share on Twitter

O falecimento de um dos parceiros em uma união que não foi formalizada gera complicações, especialmente para o cônjuge sobrevivente no que diz respeito à herança. Quando a união não possui registro em cartório, isso pode dificultar o acesso aos direitos sucessórios.

A formalização através de um contrato ou escritura é uma importante ferramenta de proteção legal.

Leia também

Comemorações dos 95 Anos de Nossa Senhora Aparecida

Henrique Marques conquista ouro no Grand Prix de Taekwondo

Flávio Bolsonaro se encontra com líderes municipais em SP

Aspectos Legais

A legislação brasileira estabelece normas que protegem a união estável, que é definida como uma convivência contínua e pública, sem a necessidade de um tempo mínimo ou registro formal para ser reconhecida como uma entidade familiar.

Assim, o foco não recai sobre a ausência de documentação, mas sim na prova de que realmente existia uma união que caracteriza uma família.

A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Universidade de Brasília, salienta que o parceiro sobrevivente deverá reunir evidências para validar a existência da união no inventário, podendo isso incluir documentos que comprovem residência conjunta, dependência financeira, e outros registros que legitimizem a relação.

“Essa comprovação é frequentemente construída através de um conjunto de provas, como comprovantes de endereço, contas conjuntas e testemunhos. A documentação deve refletir a vida compartilhada do casal”, afirma a professora.

Para ela, a falta de um registro formal não elimina os direitos do sobrevivente, embora a formalização seja sempre aconselhável para evitar litígios após a morte de um dos parceiros.

“A formalização ajuda a mitigar a insegurança jurídica e a prevenir disputas por questões patrimoniais no futuro”, conclui.

A advogada Luisa Baldi, com expertise em Direito de Família, menciona que, se todos os herdeiros concordarem, a união pode ser reconhecida diretamente durante o processo de inventário.

“Caso haja resistência, o sobrevivente pode mover uma ação de reconhecimento de união estável após a morte, e solicitar ao juiz que reserve sua parte até que a questão seja resolvida”, explica Luisa.

Se a união for reconhecida, o cônjuge sobrevivente terá direito à repartição dos bens acumulados durante a convivência, salvo disposição em contrário.

“Cada caso possui suas peculiaridades; portanto, a adequação das provas e o tipo de ação dependerão das circunstâncias de cada situação”, complementa.

Direitos do Cônjuge Sobrevivente

Em regra, o companheiro ou cônjuge sobrevivente tem direito de permanecer no imóvel familiar, protegido pela legislação brasileira, que garante o chamado Direito Real de Habitação.

“Esse direito assegura a moradia do cônjuge sobrevivente, evitando que ele tenha que deixar a casa da família imediatamente após a perda do parceiro, mesmo que a propriedade seja compartilhada com outros herdeiros”, explica Suzana.

Este direito visa proteger o residente, assegurando estabilidade e continuidade habitacional.

“Enquanto este direito estiver em vigor, geralmente não pode haver cobrança de aluguel ou exigências de saída do imóvel pelos demais herdeiros”, acrescenta.

É crucial ressaltar que o Direito Real de Habitação não equivale à propriedade. O sobrevivente não se torna o único proprietário da casa, mas tem garantido o direito de viver nela.

Luisa enfatiza que muitos herdeiros podem querer vender o imóvel, mas a lei protege o cônjuge sobrevivente nesse aspecto.

“Esse direito é vitalício e não requer registro formal. O cônjuge pode morar no imóvel sem pagar aluguel, independentemente da titularidade. Este direito não afeta sua parte na herança”, conclui Luisa.

A advogada também aconselha que, diante de pressões para desocupar ou pagar aluguel, é prudente buscar assistência legal para analisar a situação específica.

Fonte: Agência Brasil/EBC

Posts relacionados

Missa em ação de graças na esplanada dos ministérios.

Comemorações dos 95 Anos de Nossa Senhora Aparecida

by Editor
12 out 2026

Em 1717, um acontecimento relevante marcou a vida de três pescadores que estavam à deriva no rio Paraíba do Sul,...

Logo Agência Brasil

Henrique Marques conquista ouro no Grand Prix de Taekwondo

by Editor
11 out 2026

O Brasil comemorou a conquista de sua segunda medalha de ouro na terceira etapa do Grand Prix Series de 2026,...

Candidato Flávio Bolsonaro durante reunião em São Paulo

Flávio Bolsonaro se encontra com líderes municipais em SP

by Editor
11 out 2026

Em um domingo (11) de reuniões produtivas, Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, se encontrou com diversos prefeitos e...

Logo Agência Brasil

Especialistas Avaliam Consequências da Exclusão de Canal Eleitoral

by Editor
11 out 2026

A suspensão do canal Exército do Lula no WhatsApp, que contava com 3,3 milhões de inscritos, gera restrições à mobilização...

Relacionados

Corinthians

Interino do Corinthians fala sobre novo técnico e defende Memphis: “Reconhecimento mundial”

outubro 11, 2026
Candidato Flávio Bolsonaro durante reunião em São Paulo

Flávio Bolsonaro se encontra com líderes municipais em SP

outubro 11, 2026
cuca

Cuca reclama da falta de agressividade e defende Diógenes: ‘Não podemos achar culpados’

outubro 11, 2026

Categoria

  • Automóvel
  • Brasil
  • Culinária
  • Cultura
  • Empregos
  • Esportes
  • Finanças
  • Horóscopo
  • Outros
  • Uncategorized
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.