Ao votar no segundo turno das eleições, Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), reforçou a relevância da vontade do povo expressa nas urnas. Em declarações realizadas hoje, ele sublinhou a necessidade de que a soberania popular seja sempre respeitada.
Fachin realizou seu voto às 11h na Asa Sul, região central de Brasília, e, logo após, dirigiu-se à imprensa para compartilhar suas reflexões.
Notícias relacionadas:
- Eleitores do DF acordam cedo para garantir voto no segundo turno.
- Nas duas primeiras horas de votação, 467 urnas foram substituídas.
- Lula vota e enaltece mobilização popular: “nunca vi nada igual”.
“Neste 25 de outubro, o povo brasileiro se dirige às urnas para expressar suas escolhas democráticas. É essencial lembrar que todo poder emana do povo, sendo crucial respeitar essas escolhas que manifestam nossa soberania”, afirmou Fachin.
Expressando sua preocupação com a estabilidade do país, independentemente do desfecho eleitoral, Fachin comentou que:
“O Brasil necessita de paz e serenidade a partir de amanhã, para lidar com os diversos desafios que o Estado precisa enfrentar.”
Ele destacou que o respeito ao resultado das eleições “é crítico, relevante e imprescindível”. Em declarações anteriores, Fachin já havia enfatizado que a democracia requer uma “lealdade às regras do jogo, mesmo por parte dos perdedores”. Essa posição se mantém firme dentro do contexto atual.
Fachin se colocou à frente para proteger as instituições e assegurar o respeito à vontade do eleitor nas semanas que antecederam o segundo turno, em meio ao debate sobre o papel do STF nas eleições.
Antes do primeiro turno, a crise institucional enfrentada pelo Supremo gerou tensões significativas, caracterizadas por divergências e disputas públicas entre os ministros, o que também foi uma pauta nas campanhas eleitorais.
Durante este domingo (25), mais de 158,7 milhões de eleitores devem comparecer às urnas para votar na presidência da República no segundo turno. Além disso, a votação para governador ocorre em cinco estados: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.
Fonte: Agência Brasil/EBC








