O Palmeiras apresentou o balancete financeiro referente a setembro de 2026, e a contabilização da venda de Allan para o Manchester City contribuiu de maneira significativa para a melhora das finanças do clube. O relatório indica um superávit de R$ 157,4 milhões no mês, enquanto o resultado acumulado de janeiro a setembro ainda mostra um déficit de R$ 38,7 milhões.
Negócio de Allan altera panorama econômico.
A negociação de Allan, avaliada em aproximadamente R$ 223 milhões, foi fundamental para a alteração no panorama financeiro. O montante é apresentado no demonstrativo na seção de rendas diversas, que agrupa receitas significativas do futebol profissional.
Com os resultados de setembro, o Palmeiras conseguiu diminuir o déficit acumulado e agora prevê um superávit de cerca de R$ 11 milhões para encerrar o ano.
Receitas superam R$ 900 milhões no acumulado
De janeiro a setembro, o clube registrou R$ 902,7 milhões em receitas operacionais líquidas e R$ 976 milhões em despesas operacionais. O resultado financeiro positivo de R$ 34,6 milhões ajudou a reduzir o impacto do déficit operacional.
Entre as principais receitas acumuladas estão os direitos de transmissão, com R$ 168,2 milhões, e publicidade e patrocínio, com R$ 161,4 milhões. As rendas diversas somaram R$ 374,3 milhões, enquanto o programa Avanti gerou R$ 54,9 milhões e a arrecadação com jogos chegou a R$ 42,9 milhões.
Despesas com elenco lideram gastos
Do lado das despesas, o Palmeiras desembolsou R$ 350,7 milhões com pessoal e encargos sociais, R$ 235,4 milhões em amortização de direitos de jogadores e R$ 110,4 milhões com direitos de imagem. Os gastos gerais e administrativos somaram R$ 138,1 milhões.







