A seleção brasileira posiciona-se favoravelmente em relação à logística para a Copa do Mundo Feminina de 2024, após a divulgação das sedes. Arthur Elias, técnico da equipe, manifestou sua opinião nesta quinta-feira (20), sublinhando a importância da definição prévia dos locais que a seleção frequentará durante a fase de grupos e, possivelmente, no mata-mata.
“O anúncio foi relevante, de acordo com nossas expectativas. A logística disponível é benéfica e estamos prontos para nos organizar antecipadamente. Nossa principal meta é sempre terminar em primeiro lugar, e isso se torna ainda mais crucial, pois nos proporciona um dia extra para nos prepararmos para as semifinais e a final”, afirmou Elias em entrevista ao canal da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no YouTube e ao site da entidade.
O Brasil estreará no dia 24 de junho no Maracanã, durante a abertura do torneio. Apenas cinco dias depois, voltará a jogar na Neo Química Arena, em São Paulo. Finalmente, no dia 4 de julho, a seleção enfrentará contender no Mané Garrincha, em Brasília.
Se avançar como líder do Grupo A, a organização do mata-mata será a seguinte: oitavas de final no dia 10 de julho na Arena Castelão, em Fortaleza; quartas de final no Mineirão, em Belo Horizonte, no dia 16 de julho; e semifinal em São Paulo.
Por outro lado, caso se classifique em segundo lugar, os jogos do Brasil ocorrerão em 11 de julho no Mineirão (oitavas), 17 em Fortaleza (quartas) e 21 no Maracanã (semifinal). A grande final será realizada no dia 25 de julho, também no Rio.
O time feminino não compete no Maracanã desde 2016, quando foi eliminado pela Suécia na semifinal olímpica. No entanto, a Neo Química Arena recebeu a seleção em sete ocasiões desde sua abertura, com apenas uma derrota e seis vitórias. A última partida ocorreu em junho, com uma vitória por 2 a 1 sobre os Estados Unidos. O Brasil mantém um índice invicto no Mané Garrincha, com sete vitórias e dois empates.
“Acredito que, após a Copa, a presença da seleção feminina no Maracanã se torne mais frequente, pois é nosso estádio mais icônico, reconhecido globalmente. O fato de jogarmos a abertura lá nos favorece, uma vez que nosso objetivo é chegar à final; ao jogarmos mais vezes no estádio, podemos testar o gramado e a torcida”, opinou Arthur, que atuou apenas na Neo Química Arena como técnico, tanto no Brasil quanto no Corinthians, onde conquistou vários títulos na categoria.
“Lá, sempre obtivemos sucesso, seja pelo clube ou pela seleção. Assim, será um jogo especial, onde podemos garantir nossa classificação para as oitavas. Também é essencial fomentar o futebol feminino em Brasília, que possui times e iniciativas dessa modalidade há tempos”, concluiu o treinador.
Fonte: Agência Brasil/EBC









