• Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato
Pauta Viva
SUBSCRIBE
No Result
View All Result
Pauta Viva
No Result
View All Result

Home - Brasil

Correios recebem R$ 6 bilhões no orçamento de 2027

Editor by Editor
31 ago 2026
in Brasil
Logo Agência Brasil
Share on Facebook
Share on Twitter

O governo federal anunciou a destinação de R$ 6 bilhões aos Correios no orçamento de 2027, um movimento estratégico parte do acordo de financiamento delineado pela estatal no final de 2025 e do plano de reestruturação da companhia.

Esse montante será integrado ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que será submetido ao Congresso Nacional na próxima segunda-feira (31). Essa iniciativa segue a forte perda financeira da estatal, que registrou um prejuízo líquido de R$ 2,4 bilhões no segundo trimestre de 2026.

Leia também

Anvisa alerta: Ashwagandha não é autorizado como suplemento

Novo tratamento para câncer de pulmão é autorizado pela Anvisa

Agenda dos Candidatos à Presidência para Quinta-Feira (22)

Informações adicionais

  • IBGE divulga microdados do Censo com cuidados para preservar sigilo.
  • Quase um terço dos usuários de internet relatam tentativas de golpe.
  • Boletim Focus: mercado prevê redução da inflação e do PIB de 2026.

A confirmação do aporte de R$ 6 bilhões foi feita em uma nota conjunta pelos ministérios das Comunicações, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos e do Planejamento e Orçamento.

De acordo com a nota, o valor almejado de R$ 6 bilhões se vincula às condições negociadas no contrato de um empréstimo de R$ 12 bilhões, celebrado pelos Correios com cinco instituições financeiras em dezembro de 2025.

O entendimento estipula que a União deverá disponibilizar esse montante para sustentar a execução do plano de reequilíbrio financeiro da estatal. Enquanto o prazo para a disponibilidade dos recursos é até o fim de 2027, o governo determina a forma e o momento de sua liberação.

A operação de crédito possui garantia do Tesouro Nacional, ou seja, se os Correios não honraram com suas obrigações financeiras, a União poderá ser chamada a saldar a dívida com os credores.

A inclusão desse montante no PLOA é uma sinalização do recurso orçamentário, mas não garante que os R$ 6 bilhões sejam transferidos em uma única ocasião no início de 2027.

Análise financeira

Recentemente, os Correios publicaram um balanço referente ao segundo trimestre, indicando um prejuízo líquido de R$ 2,4 bilhões, totalizando R$ 5,5 bilhões de janeiro a junho. Embora o resultado seja inferior ao do mesmo período de 2025, o rombo representa cerca de 30% a mais do que o acumulado no primeiro semestre.

Destaques financeiros

  • R$ 2,4 bilhões: prejuízo líquido no segundo trimestre de 2026.
  • Queda de 5,5% no prejuízo do segundo trimestre em comparação a 2025.
  • R$ 5,5 bilhões: prejuízo acumulado no primeiro semestre.
  • Aumento de 30,4% no prejuízo semestral frente a 2025.
  • R$ 7,9 bilhões: receita no primeiro semestre.
  • R$ 274,5 milhões: margem bruta no semestre.
  • Redução de 4,2% nas despesas com pessoal no semestre.
  • R$ 233,7 milhões: economia gerada com despesas de pessoal.
  • 6.545: desligamentos realizados por meio do PDV, sendo 2.767 no primeiro semestre.
  • R$ 322 milhões: economia resultante da regularização de passivos vencidos.
  • R$ 1,8 bilhão: dívida bancária quitada antecipadamente.
  • R$ 460,4 milhões: redução nas receitas do segmento internacional.

Desafios financeiros

A atual crise financeira dos Correios decorre de prejuízos constantes, reduzidas receitas e crescimento das despesas. Em dezembro de 2025, a empresa implementou um plano de reestruturação, buscando melhorar a situação financeira e restaurar os resultados.

Dentre as iniciativas estão: Programa de Demissão Voluntária (PDV), cortes de custos, venda de ativos ociosos, renegociação de acordos, alterações na jornada de trabalho, modificação dos planos de saúde, retorno ao trabalho presencial e criação de um marketplace.

No segundo trimestre de 2026, a estatal revelou um déficit de R$ 2,4 bilhões, atribuído a fatores como a diminuição das receitas dos serviços postais convencionais, elevação dos custos operacionais, passivos judiciais, aumento da concorrência no mercado de logística, e os custos associados à manutenção da rede necessária para garantir o serviço postal universal.

Estratégia de alongamento da dívida

Apesar das dificuldades financeiras, o governo ressalta as mudanças no perfil da dívida da estatal no primeiro semestre.

Os Correios encerraram o semestre sem dívidas de curto prazo, quitaram um empréstimo considerado oneroso e conseguiram estender o prazo de uma parte da dívida de 18 para 180 meses.

A empresa também completou captações de R$ 12 bilhões com garantia da União e está em negociação para um novo crédito de cerca de R$ 7 bilhões, com o suporte do governo federal. Segundo informações, essas tratativas estão avançadas.

Acompanhamento de custos

O governo enfatiza a diminuição das despesas operacionais no primeiro semestre.

Os custos dos serviços dos Correios totalizaram R$ 7,6 bilhões no período, representando uma redução de 14% em relação ao orçamento. Os gastos com pessoal diminuíram cerca de 4% devido, em parte, ao programa de demissão voluntária.

O desempenho do Ebitda, que mede o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, superou as expectativas, alcançando R$ 910 milhões, o que representa 18% acima da previsão.

Estes dados sugerem um progresso na recuperação operacional da empresa, embora a estabilidade financeira ainda demande ações de reestruturação e apoio à liquidez.

Garantias governamentais

O empréstimo de R$ 12 bilhões firmado em 2025 foi efetivado através do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú e Santander, sendo garantido pela União.

O contrato inclui consequências caso o aporte mínimo não seja realizado, podendo resultar na exigência de quitação antecipada da dívida, que seria responsabilidade da União, incluindo encargos.

Em maio, o Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou ao governo a adoção de medidas para assegurar a execução das obrigações no prazo estipulado.

Fonte: Agência Brasil/EBC

Posts relacionados

Logo Agência Brasil

Anvisa alerta: Ashwagandha não é autorizado como suplemento

by Editor
22 out 2026

A utilização do ashwagandha como suplemento alimentar no Brasil é ilegal, conforme alerta emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária...

Logo Agência Brasil

Novo tratamento para câncer de pulmão é autorizado pela Anvisa

by Editor
22 out 2026

A recente aprovação do Emrelis (telisotuzumabe vedotina) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promete trazer esperança a pacientes adultos...

Logo da Agência Brasil

Agenda dos Candidatos à Presidência para Quinta-Feira (22)

by Editor
22 out 2026

Faltando três dias para o segundo turno das eleições gerais, veja o que está programado para os candidatos à presidência...

Logo Agência Brasil

Diferenças Históricas entre Planos de Direitos Humanos de Candidatos

by Editor
22 out 2026

Nas eleições presidenciais de 2026, as abordagens sobre direitos humanos destacam-se de forma marcante entre os candidatos Luiz Inácio Lula...

Next Post
santos

Santos anuncia ingressos esgotados para jogo com o Palmeiras

Relacionados

Logo Agência Brasil

Eleições no RN: Allyson e Cadu de Lula em disputa acirrada

outubro 22, 2026
Logo Agência Brasil

Conflito eleitoral no ES: Ferraço e Pazolini rumo ao governo

outubro 22, 2026
Logo Agência Brasil

Decisão próxima: Tocantins escolherá entre Dorinha e Vicentinho

outubro 22, 2026

Categoria

  • Automóvel
  • Brasil
  • Culinária
  • Cultura
  • Empregos
  • Esportes
  • Finanças
  • Horóscopo
  • Outros
  • Uncategorized
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
  • Contato

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.