Cuca saiu satisfeito com o desempenho do Santos no empate por 0 a 0 com o Palmeiras nesta quarta-feira (28), na Vila Belmiro. Na coletiva pós-jogo, o treinador explicou o desentendimento que teve com um jogador durante a partida, defendeu o nível competitivo do time mesmo na ausência de Neymar e garantiu foco total em terminar bem o contrato no Peixe.
A briga com o jogador: o que aconteceu
O episódio chamou atenção durante o clássico. Cuca revelou que a discussão foi rápida e teve origem em uma orientação tática mal compreendida.
“Teve uma bola em que falei para ele fazer o pivô. Ele gesticulou, falou alguma coisa que não entendi. Depois, disse que tinha dado um pique e não conseguia voltar. Conversamos e corrigimos.”
Os dois voltaram do intervalo com um abraço, encerrando o assunto ainda antes do segundo tempo.
“Eu respeito muito. Não tem problema nenhum, são coisas que acontecem dentro do jogo. Vão acontecer sempre, porque queremos o melhor um do outro.”
O Santos sem Neymar mostrou que tem time
Com o camisa 10 suspenso, o Santos segurou o Palmeiras, criou chances e deixou o campo sem levar gol. Cuca valorizou a percepção que o resultado transmitiu para a torcida.
“O resultado não veio, mas a nossa torcida viu que poderia ter vindo. Hoje, o santista sabe que tem um time competitivo, que vai jogar, ganhar, perder ou empatar, mas que fará jogos equilibrados.”
Próximo desafio: Bragantino em Bragança Paulista
O foco agora é o confronto fora de casa contra o Red Bull Bragantino. Cuca classificou o jogo como importante na sequência do Brasileirão e já prepara a equipe para buscar os três pontos como visitante.
Sobre o futuro no clube
Questionado sobre a continuidade, Cuca deixou claro que não pensa além do contrato atual — especialmente com a eleição presidencial do Santos se aproximando.
“Estou focado em cumprir meu contrato. Vim para ajudar o clube, temos conseguido bons resultados e passado confiança aos jogadores. Quero terminar meu contrato da melhor forma e deixar o Santos na melhor posição possível.”
Sobre a relação com a torcida: “O torcedor reconhece o trabalho. Às vezes fica bravo e xinga, mas entendemos isso.”
E sobre o futuro após a eleição: “Depois tem eleição, então não é o momento de falar sobre isso.”








