A realização do Rock in Rio não se limita apenas a mostrar grandes nomes da música, mas se destaca por seu relevante papel em iniciativas sociais e ambientais. Desde 2001, com a introdução do projeto Por Um Mundo Melhor, o festival tem intensificado seu comprometimento com estas causas.
A edição de 2026 começou na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, trazendo artistas renomados como Elton John, Gilberto Gil, Foo Fighters, e Ivete Sangalo. O público já pode desfrutar das apresentações a partir do dia 4 de setembro.
Investimentos significativos em projetos sociais
O Rock in Rio, conforme a organização, já investiu cerca de R$ 118 milhões em projetos sociais e ambientais, beneficiando mais de um milhão de pessoas e apoiando mais de 200 instituições. Um dos destacados é a parceria com o projeto Ação da Cidadania, que tem se tornado uma referência no combate à fome ao longo de 25 anos, permitindo que o público conheça mais sobre essas iniciativas durante o festival.
Esta edição do evento visa arrecadar 2 milhões de pratos de comida, sendo acompanhado por um Pratômetro que mostra, em tempo real, o total de doações durante o festival.
Em um relato, Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, explicou que o combate à fome é o foco a curto prazo, enquanto a parceria com Gerando Falcões se concentra em melhorias nas comunidades a médio prazo. “Estamos transformando pequenas favelas em ambientes mais dignos, cortando a pobreza extrema e proporcionando novas oportunidades para os moradores.”
Ações de médio e longo prazo
No longo prazo, o festival também está comprometido com questões ambientais. A iniciativa Amazônia Live tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a preservação da Floresta Amazônica, e diversas ações têm sido implementadas para reduzir o impacto ambiental do evento.
“Estamos sempre buscando evoluir na gestão de resíduos, do uso da água e do consumo de energia, convictos de que é possível minimizar o impacto negativo enquanto ampliamos o impacto social e econômico.”
Acessibilidade e inclusão
Nesta edição, também foi criado um espaço voltado para pessoas com deficiência, garantindo maior acessibilidade e inclusão. Roberta destacou que a cada ano o festival tem se tornado mais inclusivo, aumentando a presença de pessoas com deficiência auditiva e visual, além de adaptar ambientes para neurodivergentes.
Combate à violência
O festival promoveu um ambiente mais seguro e acolhedor, com iniciativas voltadas para a conscientização e combate à violência de gênero, destacando-se o Espaço Plural. O Espaço Delas proporcionará um espaço de conexão entre mulheres, enfatizando que respeito e cuidado são essenciais em todas as experiências do festival.
Fonte: Agência Brasil/EBC








