Com um total de R$ 264,4 bilhões em receitas, a arrecadação federal de junho de 2025 mostrou um crescimento significativo de 7,7%, já descontando a inflação em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Ao longo do primeiro semestre, as receitas acumuladas chegaram a aproximadamente R$ 1,587 trilhão, registrando um aumento real de 6,6% em relação ao mesmo período de 2024.
A Receita Federal informou que, desse total arrecadado em junho, R$ 255,3 bilhões correspondem às receitas que ela administra diretamente.
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Entre os principais fatores que ajudaram nesse resultado estão o desempenho positivo dos indicadores econômicos, como atividade econômica, crescimento salarial e importações.
Destaques numéricos
• Arrecadação em junho: R$ 264,4 bilhões;
• Crescimento real em relação a junho de 2024: 7,7%;
• Arrecadação total no primeiro semestre: cerca de R$ 1,587 trilhão;
• Crescimento real no semestre: 6,6%;
• Receitas geridas pela Receita Federal em junho: R$ 255,3 bilhões.
IRPJ, CSLL e Previdência
Dentre os tributos que contribuíram para o aumento da arrecadação destacam-se o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Esses tributos juntos totalizaram R$ 33,2 bilhões em junho, representando um crescimento real de 20,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
A arrecadação previdenciária alcançou R$ 64,48 bilhões no mês, com um aumento real de 4,7% frente ao mesmo período de 2024.
Conforme a Receita, o resultado foi impulsionado pelo crescimento real da massa salarial e a diminuição da desoneração da folha de pagamento, decorrente da reoneração gradual das contribuições patronais.
Comércio exterior, finanças e receitas excepcionais
Os tributos relacionados ao comércio exterior e aos rendimentos financeiros também contribuíram significativamente para os números positivos.
A arrecadação vinculada às importações cresceu 22,87% em relação a junho do ano passado, beneficiada pelo aumento nas importações.
Além disso, o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital registrou uma alta real de 12,4%, refletindo o desempenho favorável das aplicações financeiras.
Fonte: Agência Brasil/EBC








