O estafe de Memphis Depay respondeu à proposta do Corinthians com uma contraproposta que prevê a extensão do contrato até julho de 2029. A diretoria alvinegra agora avalia os termos, que incluem metas de desempenho, bônus e um sistema de remuneração atrelado a ações comerciais em parceria com o clube e patrocinadores. O Timão tenta reduzir os vencimentos fixos do holandês e aposta nesse modelo compartilhado para tornar o acordo viável.
O impasse financeiro
Qualquer novo vínculo passa obrigatoriamente pelo acerto de uma dívida de aproximadamente R$ 45 milhões, referente a luvas e premiações atrasadas. Os representantes de Memphis mantêm a exigência: só aceitam parcelar esse débito se o contrato for renovado. O estafe do jogador afirma ter cedido em pontos importantes e, por isso, aguardará a posição final do Corinthians antes de abrir conversas com outros interessados — o Tigres, do México, monitora o caso.
A urgência por Memphis
O Corinthians está sob três transfer bans, que somam cerca de R$ 23 milhões, e está impedido de registrar novos contratos. Se o vínculo atual de Memphis expirar sem renovação, qualquer tentativa futura de reinscrevê-lo será considerada um novo registro pela Fifa e, portanto, barrada. O desfecho precisa acontecer antes que o prazo contratual se esgote, o que transforma as próximas semanas em uma corrida contra o tempo.







