• Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
Pauta Viva
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros
Pauta Viva
SUBSCRIBE
No Result
View All Result
Pauta Viva
No Result
View All Result

Home - Brasil

Nova plataforma foca em denúncias de censura a jornalistas

Editor by Editor
30 jul 2026
in Brasil
Logo Agência Brasil
Share on FacebookShare on Twitter

A recente criação do Observatório De Olho na Censura, promovido pelo coletivo Direito à Comunicação e Democracia (Diracom) no dia 29, tem o objetivo de aprimorar a vigilância e a documentação de ocorrências que afetam a liberdade de expressão e o direito à informação.

A proposta foi anunciada durante uma live em que profissionais de comunicação discutiram as novas formas de violação à liberdade de prensa.

Leia também

Universidade Federal do Rio de Janeiro Cancela Título Honorífico

Ex-policial no Rio é sentenciado a 28 anos por feminicídio

Filmes Gratuitos: Curta na Praça Chega ao RJ com Novas Sessões

Espaço para relatos de censura

Ramênia Vieira, integrante do Diracom, ressalta que qualquer cidadão que tenha enfrentado ou testemunhado ações de censura pode registrar sua denúncia na plataforma.

Esses relatos serão minuciosamente analisados e organizados para apoiar a elaboração de relatórios e iniciativas que promovam a defesa do direito à comunicação.

“Quanto mais pessoas e instituições se envolvem, mais eficaz será a nossa compreensão sobre essa problemática e, consequentemente, sobre a proteção da liberdade de expressão no Brasil”, afirmou Vieira.

Samira Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), destacou a importância do observatório como um recurso crucial para a proteção da profissão e do direito fundamental de acesso à informação.

“A censura está se manifestando de maneira mais sutil e sofisticada, frequentemente invisível à sociedade”, observou Samira Castro.

Ameaças judiciais

Samira Castro também apontou que ações judiciais são uma forma de intimidação aos jornalistas, dificultando investigações. “Nossos dados indicam que, além das agressões físicas, o assédio judicial é a forma mais comum de violação à atuação jornalística no Brasil”, afirmou.

O jornalista Leonardo Sakamoto, presente na transmissão de lançamento, mencionou que produtores independentes de conteúdo enfrentam diversas formas de censura. “Esse tipo de jornalismo frequentemente desafia interesses econômicos”, declarou.

Ele ressaltou que, no interior do Brasil, os poderes político e econômico muitas vezes são exercidos pelas mesmas entidades.

“Nesse cenário, os jornalistas se veem encurralados. Fora as agressões corporais, o assédio judicial se tornou a principal forma de censura”, acrescentou.

Sakamoto critique a atuação de juízes contra jornalistas e menciona a retirada de publicações em redes sociais que abordam temas sensíveis a grupos econômicos, como discussões sobre a jornada de trabalho. Também comentou sobre a preferência das redes sociais por determinados assuntos em detrimento de outros.

“Temos visto jornalistas trocando suas pautas por assuntos mais aceitáveis para o público, resultando em uma forma de autocensura motivada pela busca de audiência”, lamentou.

O papel das redes sociais

Humberto Vieira, diretor do projeto Sleeping Giants, argumenta que as grandes plataformas de tecnologia têm prejudicado ainda mais vozes marginalizadas. Ele citou um caso de junho, durante celebrações LGBTQIAPN+, quando a Meta retirou mais de 100 perfis da comunidade por motivos controversos.

O episódio chamou a atenção do Ministério Público Federal e, após investigação, as contas foram reinstauradas. De acordo com a empresa, essa ação é parte de uma política para prevenir riscos à segurança pública.

A antropóloga Fernanda Martins, que também participou da discussão, destacou a necessidade de fortalecer direitos, observando que a América do Sul enfrenta ameaças específicas contra mulheres.

“Na Argentina, mais de 40% dos ataques dirigidos a mulheres estão relacionados à sua aparência e a estereótipos de gênero”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil/EBC

Posts relacionados

Logo Agência Brasil

Universidade Federal do Rio de Janeiro Cancela Título Honorífico

by Editor
14 ago 2026

As consequências da recente decisão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), anunciada na última quinta-feira, dia 13, foram...

Logo Agência Brasil

Ex-policial no Rio é sentenciado a 28 anos por feminicídio

by Editor
14 ago 2026

Um ex-policial civil foi sentenciado a 28 anos de reclusão pelo Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes, no estado...

Mostra gratuita de cinema Curta na Praça

Filmes Gratuitos: Curta na Praça Chega ao RJ com Novas Sessões

by Editor
14 ago 2026

O Curta na Praça, um projeto cultural com 18 anos de história, inicia sua jornada nesta sexta-feira (14) em vários...

Logo Agência Brasil

Oito obras de Matisse recuperadas pela polícia em SP

by Editor
13 ago 2026

Na capital paulista, a Polícia Civil recuperou, em uma ação realizada nesta quinta-feira (13), um total de oito obras do...

Next Post
Logo Agência Brasil

Como o Estigma do HIV Compromete Tratamentos e Aumenta Preconceitos

Relacionados

fernando diniz corinthians

Diniz lamenta saída de Memphis: “Uma pena”

agosto 14, 2026
Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Corinthians segura empate por 0 a 0 com o Rosario Central

agosto 13, 2026
Logo Agência Brasil

Oito obras de Matisse recuperadas pela polícia em SP

agosto 13, 2026

Categoria

  • Automóvel
  • Brasil
  • Culinária
  • Cultura
  • Empregos
  • Esportes
  • Finanças
  • Horóscopo
  • Outros
  • Uncategorized
No Result
View All Result
  • Brasil
  • Automóvel
  • Esportes
  • Culinária
  • Outros

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.