Novos casos de sarampo em São Paulo levam o total acumulado para 40 neste ano, conforme anunciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) nesta quinta-feira (1º de outubro).
Do total, os mais recentes casos são de três indivíduos residentes na cidade de São Paulo: dois homens de 18 e 21 anos, além de uma bebê de apenas 1 ano.
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Esses novos casos estão ligados a cadeias de transmissão que estão sendo monitoradas desde junho. Essas cadeias ajudam a identificar como o vírus se propaga entre indivíduos saudáveis.
Através da vigilância das equipes municipais e estaduais, observa-se uma redução nas taxas de transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, também se avalia a possibilidade de encerrar as cadeias relacionadas aos recentes casos.
A cidade de São Paulo concentra 90% dos casos reportados no estado, com 36 infecções na capital, além de duas em São Bernardo do Campo e uma em Guarulhos e Santo André.
A insatisfação com as taxas de vacinação entre os afetados é motivo de preocupação para as autoridades de saúde. Dentre os 40 casos registrados até agora, 30 são de pessoas sem registro vacinal ou com o esquema vacinal incompleto.
Prevenção gratuita
A vacinação é enfatizada como a principal forma de prevenção contra esta doença. O imunizante utilizado é a vacina tríplice viral, que oferece proteção não somente contra o sarampo, mas também contra caxumba e rubéola.
Esse imunizante está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todos os 645 municípios do estado de São Paulo.
Conferencie quem deve ser vacinado:
Crianças
12 meses: primeira dose
15 meses: segunda dose
Faixa etária de 15 meses a 29 anos: devendo tomar ambas as doses, com um intervalo mínimo de 30 dias.
Indivíduos de 30 a 59 anos
Devem possuir pelo menos uma dose da vacina registrada.
Profissionais de saúde
Devem ter pelo menos duas doses, independente da faixa etária.
Dose zero para bebês
Administrada a crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
A dose zero é recomendada para bebês que tiveram contato com suspeitos ou casos confirmados de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância.
A dose zero não substitui as vacinas previstas no calendário anual. Mesmo que a criança receba a vacina antes de 1 ano, deverá receber a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.
Fonte: Agência Brasil/EBC








