As consequências da revelação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta quinta-feira (24), levantam sérias questões sobre as origens dos recursos utilizados no financiamento do filme Dark Horse. Durigan mencionou que Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, à frente da Entre Investimentos, teria recebido verba do crime organizado.
A terceira fase da Operação Carbono Oculto foi iniciada hoje pelo Ministério Público de São Paulo em conjunto com a Receita Federal.
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Estamos diante de uma situação em que uma entidade empresarial, o Grupo Entre, recebe aporte financeiro de diversas fontes, incluindo o Banco Master e o crime organizado. Isso sugere que as operações estão ligadas por um mesmo fluxo de dinheiro, como destacou o ministro em uma entrevista concedida em Brasília.
Conforme Durigan, os fundos recebidos pela Entre visam atividades de lavagem de dinheiro e corrupção.
“O que estamos investigando é a movimentação de um mesmo fundo, a partir do qual recursos diversos, seja do Banco Master ou de grupos criminosos, se encontram. Este dinheiro está ligado a indivíduos que já estão colaborando com as autoridades no âmbito do Ministério Público de São Paulo e no Federal”, afirmou.
Antônio Carlos Freixo Júnior, por sua vez, firmou um pacto de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em relação ao escândalo envolvendo o Banco Master.
Fonte: Agência Brasil/EBC








