A colaboração entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os tribunais regionais eleitorais (TREs) visa assegurar que os eleitores possam se deslocar livremente para os locais de votação. Esta ação conjunta é fundamental para garantir a segurança durante as eleições deste domingo (4), momento em que se realiza o primeiro turno.
A PRF informou que criou uma comissão especializada para planejar as operações de acordo com as particularidades de cada região do país. Além disso, a monitorização das atividades criminosas será realizada pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), que está baseado em Brasília.
Orientações para Eleitores
Informações adicionais:
- Lei Seca: descubra onde há restrições sobre o consumo de bebidas durante as eleições de 2026.
- Direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.
- A violência política anterior às eleições foi a mais significativa da década.
A PRF recomenda que os eleitores planejem sua viagem com antecedência, considerando as condições das estradas e os horários de maior movimento.
Durante o dia das eleições, estarão em vigor restrições de tráfego para veículos de grande porte, com largura superior a 2,40 metros, altura acima de 4,40 metros e comprimento total excedendo 19,80 metros. Essa medida visa mitigar congestões nas vias.
Os bloqueios em estradas só serão autorizados em situações excepcionais e com as seguintes condições:
- autorização prévia do juiz eleitoral;
- justificativa para a ação;
- indicação de rotas alternativas.
As fiscalizações em veículos também deverão ser limitadas a situações que possam oferecer risco direto e iminente à vida ou integridade física das pessoas.
Esse conjunto de medidas tem como foco prevenir bloqueios ilegais, como os ocorridos nas eleições de 2022, quando a PRF realizou operações de fiscalização com o objetivo de impedir o tráfego de ônibus no Nordeste.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, essas ações foram direcionadas a regiões onde Luiz Inácio Lula da Silva liderava as pesquisas, com a intenção de obstruir a chegada dos eleitores às urnas.
Na época, o diretor-geral da PRF, Silvanei Vasques, foi condenado pelo Supremo Tribunal Eleitoral (STF) a uma pena de 24 anos e 6 meses de prisão devido à sua participação em ações que visavam a desestabilização do processo eleitoral.
Fonte: Agência Brasil/EBC







