Com a decisão de deixar o Brasil, Flávio Bolsonaro gerou uma onda de comentários na mídia internacional nesta terça-feira (27). A saída abrupta para os Estados Unidos, ocorrida menos de dois dias após sua derrota nas eleições presidenciais, foi reportada pela agência Reuters.
O senador, que enfrenta dois processos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF), fugiu em um jato particular, supostamente do aeroporto de Puerto Iguazú, embora a informação não tenha sido confirmada por fontes oficiais argentinas. Para saber mais sobre o andamento dos processos, clique aqui.
O que diz a mídia internacional?
Entre os primeiros veículos a cobrir o acontecimento, o Infobae da Argentina foi notável. De acordo com informações de fontes próximas ao senador, os Estados Unidos podem ter um papel direto na sua fuga, sendo o novo lar do clã Bolsonaro, especialmente desde o governo Trump, que já recebe outros membros da família, como Eduardo Bolsonaro.
O New York Times indicou que a saída de Flávio ocorre paralelamente a uma ordem judicial que determina a apreensão de seu passaporte. Por sua vez, o El País mencionou a resistência de Flávio a aceitar a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva logo após as eleições.
Segundo o The Guardian, sua fuga pode ser um vetor decisivo para o futuro da extrema-direita no Brasil, destacando que Eduardo Bolsonaro também se encontra fora do país, enfrentando problemas com a Justiça brasileira.
A situação atual e futuras implicações
A fuga de Flávio Bolsonaro foi inicialmente negada por Rogério Marinho, coordenador de campanha do senador, que mais tarde admitiu não ter contato com ele desde a manhã do incidente, mencionando que Flávio desejava “dar um tempo”.
Nas redes sociais, o ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, informou que Flávio teria chegado aos EUA em uma operação coordenada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Fonte: Agência Brasil/EBC







